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by PBworks 5 years, 2 months ago
Componentes do grupo: Lenir Maria Rossarola, Cleusa Reichenbach, Eliane Salete Eisenhardt Borgmann e Ana Virginia Brentano. A atividade consiste na busca de elementos que qualifiquem a fonte. Procederá uma busca que contemple: (a) Definição ou descrição da fonte. O que é? Para que serve? Quando é recomendada sua aplicação?; (b) Procedimentos (como se faz ou como se deve proceder); (c) Vantagens; (d) Desvantagens. Defina outros itens que considerar interessante para a apresentação da fonte. O formato de apresentação do trabalho fica a critério do grupo.
Fonte: Vídeo, filme e fotografias como documento.
Definição:
O que é?
- Vídeo: "O vídeo é a tecnologia de processamento de sinais electrônicos e digitais para representar imagens em movimento. A aplicação principal da tecnologia de vídeo é a televisão, mas ela também é muito aplicada em engenharia, ciência, manufatura, segurança e artes plásticas (vídeo-arte). Outras utilizações do vídeo tendem a usar os formatos de vídeo desenvolvidos para a televisão.A palavra vídeo vem do latim "eu vejo"."
Vídeo, trata-se de uma apresentação com imagens e falas, de modo a exemplificar uma experiência científica ou não, a estabelecer vínculos entre ações e seus registros, ou como mero registro de momentos da vida. Geralmente, a exibição não é muito extensa, não há muito espaço temporal (15 a 30 min, mais ou menos). O vídeo é montado (editado), depois de uma filmagem, para ser utilizado como fonte documental de uma palestra, por exemplo.
- Filme: "O cinema, abreviação de cinematógrafo, é a técnica de projetar fotogramas (quadros) de forma rápida e sucessiva para criar a impressão de movimento ("kino" em grego significa movimento e "grafos" escrever ou gravar), bem como a arte de se produzir obras estéticas, narrativas ou não, com esta técnica.A invenção da fotografia e sobretudo a da fotografia animada foram momentos cruciais para o desenvolvimento não só das artes como da ciência, em particular no campo da antropologia visual."
Filme, trata-se de edição mais prolongada do que um vídeo, ou seja, o tempo de duração das cenas corresponde a, pelo menos, 45 min. Geralmente, o elenco de atores contracenam montando a estrutura seqüencial da história, conforme ordem do diretor do filme. São observadas as vestimentas que caracterizam a época da história, são observadas também as seqüências dos episódios de modo a fechar exatamente o ciclo do enredo. É preciso que tenha verossimilhança (um filme do ano de 1550, por exemplo, não pode ser gravado com um inívíduo usando celular). Um filme envolve cenário, elenco de atores, responsável pelo vestuário, pelos adereços, maquiagem, etc., é muito mais complexo que um vídeo.
- Fotografia: "Fotografia é uma técnica de gravação por meios químicos, mecânicos ou digitais, de uma imagem numa camada de material sensível à exposição luminosa, designada como o seu suporte. A palavra deriva das palavras gregas φωτος phótos ("luz"), e γραφις graphis ("estilo", "pincel") ou γραφη graphê, significando "desenhar com luz" ou "representação por meio de linhas", "desenhar". Pela sua natureza, a fotografia é ferramenta ou objeto de estudo da antropologia visual, enquanto representação iconográfica. O ícone, como o define Charles Sanders Peirce, significa representação pela imagem. Segundo Roland Barthes a fotografia possui uma linguagem conotativa e denotativa (O óbvio e o obtuso). A linguagem denotativa é o óbvio: tudo o que se vê na fotografia, tudo que está evidente. O conotativo é o obtuso: toda a informação implícita na fotografia. O enquadramento da foto, o posicionamento da câmera mais para cima ou mais para baixo dando noção de superioridade ou inferioridade... Tudo isso se trata de informações conotativas da fotografia, que geralmente revelam a bagagem social e cultural do próprio fotógrafo, o seu studium (Barthes)."
Fotografia, trata-se de fonte exemplar para eternizar um momento, para registrar instantes únicos. É documento fiel daquele momento. É possível fotografar para registrar etapas de um trabalho, para arquivar determinadas criações de sala de aula, por exemplo, ou até para manter guardada a imagem de uma pessoa (autor, escritor, cientista, etc.).
Para que serve?
- Animar, estimular, tornar mais atraente, em suma, conquistar o espectador. Esta fonte como documento privilegia a inteligência visual e a auditiva, a capacidade de instigar o potencial dos sentidos que envolvem a visão e a audição.
Tanto o vídeo, o filme ou a fotografia, reportam à imagem como referência para atingir o espectador, servindo então de instrumento para registros ou para fins de estudos no caso, principalmente, de vídeo educativo (com fundo de instrução sobre um tema).
Quando é recomendada sua aplicação?
- Esta fonte, de modo geral, é rica em termos de recursos para fins de construção de apresentações de trabalhos, palestras, tarefas docentes, enfim, é muito útil para a manutenção do canal de comunicação entre quem faz uso dos recursos e o espectador.
A fotografia pode ser recomendada em casos de buscar referência autoral ou de fazer o registro do momento. Fotos de jornal e revistas servem de fonte para trabalho de pesquisa se, de fato, tratarem do assunto do trabalho e tenham significância.
A aplicação do vídeo pode ser indicada em casos como um suporte para uma aula mais atraente, uma análise das falas de palestrante. Também pode ser indicada sua criação para posterior utilização, ou seja, um trabalho escolar pode ser filmado e transformado em um vídeo para ser reprisado em outra turma que esteja pesquisando o mesmo assunto. Também interessante é fazer um vídeo de uma apresentação de trabalho para deixar no acervo da escola.
Já, no caso de um filme, é recomendada sua aplicação para rever com uma turma, por exemplo, um clássico da Literatura e analisar a época, o período literário, as vestimentas, o tipo de música, o comportamento, etc. Quem não gosta de ler, pode assistir a um documentário, a um filme sobre a II Guerra Mundial (Sugestão: "A Lista de Shindler"), sobre o efeito das bombas atômicas (Sugestão: "O dia seguinte"), etc.
Procedimentos:
Sobre o vídeo:
Planejamento:
- Aprender a manusear o vídeo e a TV antes do treinamento. Deixar a fita no ponto e a TV no canal certo para evitar atrasos;
- Evitar a utilização de vídeo com duração superior a 18 minutos. Se for necessário, divida-o em partes;
- Evitar vídeos com longa introdução ou que vão direto ao ponto, para não desconcentrar os participantes;
- Escolher histórias bem-humoradas e que ajudem a tornar a compreensão mais lúdica e apropriada à realidade;
- Substituir vídeos com informações desatualizadas por novos;
- Usar gravações de concertos, propagandas, jogos, imagens transmitidas na TV, para reforçar o conteúdo proposto;
- Utilizar uma TV de 29 polegadas para grupos de até 30 pessoas. (Claro, se possível.)Para grupos maiores, o ideal é o multimídia.
Métodos e Técnicas:
- Fazer uma introdução rápida sobre o vídeo e situar o objetivo da atividade. Se quiser que os participantes fiquem atentos a um determinado aspecto, reforce-o antes de começar a projeção;
- Usar o controle remoto para fazer pausas, aumentar ou diminuir o som, de acordo com o seu roteiro;
- Fazer perguntas sobre o que está sendo exibido,e então continuar a projeção;
- Fazer a conexão entre o filme e a realidade dos participantes. O vídeo deve vir acompanhado de um exercício, que pode ser feito antes (nesse caso, o vídeo serviria para reforçar o que foi feito) ou depois (estimular o debate sobre um determinado aspecto);
- Não sair da sala durante a projeção do filme para não distrair o grupo;
- Após a apresentação, fazer perguntas que façam a platéia refletir: quais as impressões sobre o filme? Qual a relação entre o tema do trabalho e a situação mostrada no filme? Que conclusões você tirou?
Sobre o filme:
Planejamento:
- Estar atento ao tempo disponível e o tempo do filme;
- Se longa metragem, dividir o filme para ser assistido em etapas;
- Delinear as atividades com filme previamente. As tarefas precisam ser formuladas e passadas anteriormente;
- É preciso ter em mente o que é prioridade nas cenas do filme, conforme as atividades propostas;
- Os itens referidos acima para o vídeo também cabem para planejamento com filme.
Métodos e Técnicas:
- Introduzir as atividades em exposição oral ao grupo, deixando claras as questões a serem analisadas;
- Não abandonar o local de projeção do filme sob hipótese de dispersar o grupo;
- Parar o filme para tecer comentários, para solicitar colocações dos alunos, para forçar intervenções produtivas;
- Depois de finalizada a projeção, solicitar que falem sobre a melhor cena, algum erro observado, etc.
Sobre a fotografia:
Planejamento:
- Traçar um plano de trabalho onde a fotografia represente o marco referencial de etapas, ciclos ou eventos do projeto a desenvolver;
- Estimular a pesquisa de imagens que interpretem o assunto do trabalho;
- Analisar uma exposição fotográfica como um todo teórico que remeta a um tema;
- Buscar coleta de fotos para corresponder a uma fonte documental de referido tema;
- Utilizar a fotografia para registrar trabalhos escolares e guardar em álbum da escola.
Métodos e Técnicas:
- Propor atividades que necessitem registro fotográfico ou que se sirvam de fotos;
- Analisar imagens fotográficas para redação de texto;
- Levar o grupo a uma exposição fotográfica de determinado tema para estudar a seleção das fotos e suas relações com o tema;
- Os itens sobre métodos e técnicas referidos acima para vídeo e filme também podem servir à fotografia.
Vantagens:
- Facilitam a compreensão; a platéia assimila a mensagem de forma lúdica e agradável e a apresentação será lembrada por mais tempo;
- Sintetizam a exposição;
- Permitem variedade visual;
- Reforçam os pontos-chave;
- Criam uma apresentação lógica das idéias;
- Complementam e apóiam o comunicador, fortalecendo a interação com o público;
- Criam um elo entre as palavras e a realidade do público;
- Proporcionam o entendimento dos dados numéricos e estatísticos;
- Servem como pontos de referência para as comparações;
- Otimizam o tempo da apresentação;
- Demonstram o seu profissionalismo;
- Ajudam a convencer;
- São dinâmicos e multidimensionais;
- Ótimos instrumentos de discussão;
- Criam maior envolvimento do grupo com o tema;
- Impacto visual imediato.
Desvantagens:
- Deve-se ter atenção às restrições legais, para não violar os direitos exclusivos do produtor e do distribuidor licenciados da audiovisual ( artigo 184 do Código Penal),portanto não se deve fazer cópias de filmes comerciais ou de treinamentos nem tentar revendê-los, alugá-los ou transmiti-los pela TV. Não é permitido o empréstimo de filmes de treinamento;
- Dá sono na platéia se a opção for por trabalhar com filme longa metragem sem definir pausas para descanso e comentários;
- A fotografia por si só precisa ser de boa qualidade, precisa ter o foco bem definido, o zoom preciso para que se possa explorar a imagem de forma proveitosa, ou seja, para que esta represente fonte documental de fato;
- O vídeo só corresponde à desvantagem se o método ou as técnicas de uso forem mal escolhidas.
Referências gerais:
- Wikipédia
- Fotografia
- Mendes,Eunice - Comunicação sem medo: um guia para você falar em público com segurança e naturalidade/Eunice Mendes,L.A.Costacurta Junqueira. São Paulo: Editora Gente,1999.
Continuando sobre a fotografia: Fotografar é um modo de questionar uma imagem. Auxilia tanto nas descrições do cidadão comum, quanto dos cientistas e pesquisadores. Auxilia nas descobertas científico-tecnológicas e se complementa em diversas formas de expressões artísticas. Fotografar é uma maneira de ver o passado, é uma forma de expressão, o "congelamento" de uma situação e seu espaço físico inserido na subjetividade de um realismo virtual, é um modo de comunicar e informar. Seguindo o raciocínio, a linguagem visual fotográfica além de ser mais forte não é determinada por uma língua padrão, não precisando assim de uma tradução, uma vez que o diferem são as interpretações. A fotografia fornece subsídios básicos para o desenvolvimento da computação gráfica e a criação de imagens virtuais, tanto estáticas como dinâmicas Na educação pode-se mesmo dizer que a fotografia não está sendo utilizada na extensa gama potencial de aplicações pedagógicas que oferece, seja no fornecimento de informações e registros direcionados às formulações de ordem dedutiva e/ou hipotética dos trabalhos técnico-científicos, como também na busca de novas formas de expressões artísticas. Não se aplicou, ainda, a experiência do ato de fotografar como um estímulo para qualificar nossas concepções e críticas visuais. até que ponto a fotografia, ao ser utilizada como estratégia didática na escola de primeiro e segundo graus do Estado, é eficaz para a qualificação dos níveis de percepção dos universos circundantes do aluno? Segundo Gomes ( 1996) a imagem fotográfica ao registrar a experiência, pode provocar novas percepções , produzir a subjetividade inerente ao ato de olhar e imortalizando o fato e o espaço captados, contextualizando-os. Algumas finalidades do uso pedagógico deste recurso: • Retoma um panorama histórico de forma lúdica e “mágica”. • Desperta o interesse do por que e como funciona. • Proporciona projetos de baixo custo. • Faz o prático e o teórico caminharem muito próximos. • Estimula a criatividade. Desta forma considero a fotografia como um recurso pedagógico tanto para a educação formal, ou seja, em disciplinas curriculares do Ensino Fundamental, Médio e Superior como na educação não formal, principalmente em projetos de inclusão social e cidadania. A fotografia proporciona discussões sobre variados assuntos e uma educação do olhar. Todas as questões discutidas são válidas para o uso de fotografias na Web, inclusive para a educação a distância. A escola precisa exercitar as novas linguagens que sensibilizam e motivam os alunos, e também combinar pesquisas escritas com trabalhos de dramatização, de entrevista gravada, propondo formatos atuais como um programa de rádio uma reportagem para um jornal, um vídeo, onde for possível. A motivação dos alunos aumenta significativamente quando realizam pesquisas, onde se possam expressar em formato e códigos mais próximos da sua sensibilidade. Mesmo uma pesquisa escrita, se o aluno puder utilizar o computador, adquire uma nova dimensão e, fundamentalmente, não muda a proposta inicial.
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Comments (5)
Anonymous said
at 3:10 pm on Oct 2, 2006
Cleusa, como vai comparsa? rrsssss
Só encontrei textos construídos em: Grupos focais, Estudo de caso e Pesquisa-ação.
Não precisamos nos preocupar com prazos para término de execução de tarefas. Estamos em dia.
Espero que tenha gostado do que acrescentei, e a fonte...bem...Lene Leros.
Abraço da colega LENE.
Anonymous said
at 10:36 am on Nov 9, 2006
Gurias obrigada por me permitirem fazer parte do grupo de vocês e contribuir com minha parte. Estejam a vontade para formatar como quiserem grande abraço Ana Virginia
Anonymous said
at 12:34 pm on Nov 25, 2006
Olá Ana, Lenir, Cleusa e Eliane. Vocês coletaram uma série de materiais muito interessantes sobre a utilização de vídeo, filme e fotografia. O material apresenta o modo de utilizar, o que é necessário e importante, afinal se o pesquisador não sabe manusear esses equipamentos, certamente não conseguirá fazer pesquisa. Agora pergunto: quais são as implicações de um ou outro para a pesquisa em educação? Vejam bem a pergunta. Gostaria que cada um de vocês se detivesse em um elemento e respondesse esta pergunta. Os dados que usam estes equipamentos podem tanto ser produzidos pelo pesquisador quanto ele poderá usar o que já existe disponível e que foi realizado por outros. A música também pode ser fonte de pesquisa. Imaginem que eu desejo conhecer as preferências musicais de jovens na faixa etária de 10 a 15 anos. Então, eu perguntaria a eles que músicas são as preferidas e por quê? Faria este levantamento inicial e depois partiria para ouvir todas as músicas citadas. Nesta pesquisa eu desejo saber qual é o conteúdo das músicas e o que captura a atenção dos jovens. Como vocês vêem posso escrever um ensaio sobre as preferências musicais de jovens no início do século XX. Posso escrever uma tese sobre o conteúdo veiculado pelas músicas preferidas pelos jovens; posso, ainda, analisar os impactos na personalidade desses jovens etc. Trouxe este exemplo para que vocês pensem o que é fazer pesquisa usando vídeo, filme, documentário, revistas, filmes. Todos esses instrumentos permitem modos de registro iconográfico. É isso, vou aguardar para finalizar o meu conceito sobre o trabalho de vocês. Abs, Marie Jane
Anonymous said
at 9:59 pm on Nov 30, 2006
Olá, Marie Jane, não sei se responderei corretamente a sua indagação, mas no caso da fotografia poderíamos fazer um trabalho com fotos da família, para sabermos em que momentos há integração, este inclui dados já existentes, mas aí corremos o risco de ter famílias que não possuam meios de fazer isso e outra forma seria as fotos, por exemplo, de uma planta, sua semente, a plantação e o desenvolvimento, fazer uma análise de como é interpretada pelo aluno esta seqüência; ou a utilização de filmagens. Como referi antes, não sei se estou correta na colocação, se o que postei refere-se a uma pesquisa como solicitou, realmente estou na dúvida, mas este teu questionamento me instigou bastante. Aguardo, “ansiosa”, teu comentário.Abraços. Eliane
Anonymous said
at 9:51 pm on Mar 12, 2007
Olá Marie Jane!
Um pouco atrasada para responder a pergunta, mas como ainda estamos continuando o curso...
Vou falar sobre a música como fonte de pesquisa.
Com certeza a música é muito interessante de ser trabalhada em sala de aula. Os alunos ganham ritmo, pulso, andamento, altura, melodia, intensidade, timbre, forma que compõe a expressão e a percepção musical e esses elementos são vivenciados através de exercícios corporais e vocais através do canto e do arranjo instrumental e vocal de músicas.
Motivamos os alunos ao máximo. Eles movimentam o corpo, descontraem, se entusiasmam...
Nada melhor que uma música, pois música é laser.
O aluno aprende muito mais, quando tem interesse, vontade, alegria e a música nos proporciona isso. Eu particularmente já pesquisei muito sobre música. Trabalho sempre com os meus alunos de 1ª série. Eles cantam e ao mesmo tempo já aprendem as palavras que estão escritas no painel, criamos gestos, movimentos...
Para qualquer série propomos princípios e ações pedagógico-musicais ligadas a realidade escolar, abordando assuntos como por exemplo: meios de comunicação, afinação/desafinação, música e disciplina, bandinha rítmica, imitação, valores, formas...
Acredito nisso.
Abraços
Cleusa
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